The Ocean Race: Saiba mais sobre o barco brasileiro SCBrasil

Sobre: Regata The Ocean Race 2022/23
O barco brasileiro SCBrasil Esporte Náutico pode ser o grande protagonista de uma nova história de navegação da The Ocean Race, o time nacional juntamente flotilhas de IMOCA e VO65, com outros 24 barcos inscritos de 14 países, viverão uma incrível maratona pelos mares do Sul de 12.750 milhas náuticas entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, até Itajaí, no Brasil
A rota da 14ª edição do evento foi racionalizada, sendo cancelada as paradas da China e Auckland, em resposta às realidades logísticas de uma regata ao redor do mundo em um ambiente de COVID-19. A largada será em Alicante, Espanha, no final de dezembro de 2022 / início de janeiro de 2023.
A mais longa perna do Oceano Antártico nos 50 anos de história do evento, que remonta à primeira regata totalmente tripulada ao redor do mundo em 1973, e verá o trânsito dos três grandes cabos – o Cabo da Boa Esperança, Cabo Leeuwin e Cabo Horn – em sucessão, sem escala, pela primeira vez.
A partir da largada da perna de Cidade do Cabo até o Brasil, o barco SCBrasil ganha notoriedade mundial, por ser o único representante do país que será a primeira parada dos 24 barcos de 14 países no continente Americano, o Brasil.
Os empreendedores do barco brasileiro, avaliam que esta mudança contribuirá para consolidar o projeto barco a nível de mercado interno e externo.
“ Este novo momento vivido por todos os barcos inscritos na The Ocean Race, inquestionavelmente o foco se volta para o Brasil e para o barco brasileiro. Será uma jornada de mais de 30 dias pelo oceano da Cidade do Cabo, África – até a parada sul americana da regata volta ao mundo em Santa Catarina. É um trajeto de forte impacto comercial aliada a visibilidade mundial para o SCBrasil, e – os investidores do projeto nacional. Em suma com a mudança da rota o barco brasileiro será a grande vitrine para o comercial nacional e internacional. ” Avalia Jaqueline Gazaniga, da SCBrasil Esporte Náutico
Na mesma linha de pensando vem Adilson Pacheco, “ é um momento único para um projeto náutico nacional, veja que se prevê uma visibilidade mundial que ultrapassa a casa dos 2 bilhões de pessoas que estarão acompanhando a rota em direção ao continente americano”, afirma.